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Governo quer reduzir número de mortes precoces em doentes com cancro

O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior garante que Portugal quer cumprir o objetivo europeu de reduzir “em pelo menos 50%” o número de mortes precoces em doentes com cancro. O governante falava na Covilhã, distrito de Castelo Branco, na cerimónia comemorativa dos 20 anos da criação Faculdade de Ciências da Saúde na Universidade da Beira Interior (UBI).

“Reduzir em pelo menos 50% o número de mortes precoces no cancro é um objetivo europeu que temos que garantir que também conseguirmos atingir em Portugal”, afirmou Manuel Heitor.
O ministro salientou ainda a importância do ensino clínico, bem como a relevância da investigação nesta área e considerou que o reforço da investigação clínica é um desafio para a próxima década e lembrou os compromissos preliminares que o país já assumiu no âmbito do último Conselho Europeu de investigação, com destaque para a investigação clínica na área do cancro.
O objetivo é que, até 2030, três em quatro doentes possam ter uma perspetiva de longa de vida e, reiterou Manuel Heitor, a investigação clínica tem um “papel decisivo”. O que tem sido feito ao nível dos centros académicos clínicos do país foi outra das componentes abordadas pelo governante, que garantiu que o financiamento para estes centros será atribuído no próximo ano. Entre os exemplos positivos do que tem sido feito, Manuel Heitor apontou a recente criação do Centro Académico Clínico das Beiras, que engloba várias entidades de saúde e do ensino da saúde dos distritos de Castelo Branco, Guarda e Viseu e que também integra a Faculdade de Ciências da Saúde da UBI.

O governante falava na Covilhã, distrito de Castelo Branco, na cerimónia comemorativa dos 20 anos da criação Faculdade de Ciências da Saúde na UBI. No dia em que se comemoraram as duas décadas da criação da faculdade, Manuel Heitor elogiou o percurso feito: “A experiência de 20 anos de ensino na área da saúde e do ensino da medicina na UBI é inspirador para aquilo que pode ser o desenvolvimento do ensino superior também nas metodologias pedagógicas”, afirmou, reiterando que “faz sentido conceber e planear o ensino superior sem uma forte aposta científica”.
O reitor da UBI, António Fidalgo, deixou palavras de “gratidão” e de “louvor” a todos quantos contribuíram para criar e desenvolver a Faculdade de Ciências da Saúde, que considerou ser e uma das “jóias” da UBI.

 

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