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Sindicato quer infantário de volta à gestão pública na Covilhã

A União de Sindicatos de Castelo Branco (USCB) reivindica que o Infantário Bolinha de Neve, na Covilhã, regresse à gestão pública, de modo a evitar o encerramento. A gestão do infantário foi transferida para a Santa Casa da Misericórdia da Covilhã, que entretanto decidiu transferir os serviços daquela valência para a estrutura principal da instituição.

“Para a USCB/CGTP-IN, as instalações do Infantário Bolinha de Neve não podem ser encerradas e têm de ser devolvidas”, refere esta estrutura sindical, garantindo que “tudo fará junto do Governo, da Assembleia da República e do Instituto da Segurança Social para que a legalidade seja reposta e para que as instalações sejam reabertas pelo Estado e colocadas ao serviço das populações”.
Em comunicado, lembra também que a gestão deste infantário foi transferida para a Santa Casa da Misericórdia da Covilhã, que entretanto decidiu transferir os serviços daquela valência para a estrutura principal da instituição. “O infantário foi sendo desvalorizado até que, em 2018, a Santa Casa da Misericórdia procede ao encerramento das instalações do Bolinha de Neve, transferindo o serviço exclusivamente para o Infantário da Santa Casa da Misericórdia. Fica assim muito claro que esta negociata do Governo do PSD/CDS-PP com a Santa Casa da Misericórdia apenas teve por objetivo aniquilar esta função social do Estado e proporcionar uma fonte de negócio aos privados, com o património de todos nós, e com a eliminação de um concorrente público na área da proteção à infância e apoio às famílias”, diz o sindicato.
Frisando que o caderno de encargos que deu suporte à passagem do infantário da Segurança Social para a Misericórdia está a “ser violado”, visto que não se cumprem as alíneas relativas ao “bom funcionamento dos equipamentos e serviços”, a USCB exige que se ponha fim ao acordo.
“Face a estes factos iniludíveis, a USCB/CGTP-IN exige que as instalações e equipamentos existentes à data da cedência à Santa Casa voltem à esfera pública e que o Governo, através do Instituto da Segurança Social, deve dar-lhe uma utilização útil através da gestão pública, como por exemplo, na valência de creche, já que há carências de oferta e existem profissionais qualificados”.

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