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Sé Catedral da Guarda terá órgão reconstruído com peças originais

Até ao final do ano, a autarquia da Guarda vai apresentar uma candidatura a fundos comunitários para que o antigo órgão de tubos da Sé possa ser recolocado naquele templo religioso. Segundo Álvaro Amaro a aquisição de um novo equipamento foi ponderada, mas optou-se pela reconstrução do original.

Segundo o presidente da Câmara Municipal da Guarda, Álvaro Amaro, existiu anteriormente a intenção de ser adquirido um órgão de tubos novo, dado que a Catedral da Guarda não possui tal equipamento, mas a Direção Regional de Cultura do Centro (DRCC) e a Diocese desistiram da ideia e optaram pela reconstrução do original.
O antigo órgão da Sé da cidade mais alta do país foi desmantelado no início do século passado, durante a realização de obras de restauro.
As peças encontram-se depositadas no Seminário Maior da Guarda, estando agora equacionada a sua reconstrução incorporando as componentes originais. “Eu acho que é uma belíssima ideia, porque acho que eram peças muito importantes”, declarou Álvaro Amaro.
O responsável disse ter conhecimento de que “foi encetado esse processo da reconstrução do órgão e a candidatura deverá ser entregue até ao final deste ano”. Adiantou ainda que a Câmara Municipal alocou dinheiro do FEDER, no valor de 400 mil euros, justamente para financiar a obra que “é uma velha aspiração da Diocese [da Guarda] e dos guardenses”, que deverá custar 600 mil euros.
Em julho de 2015, na sessão de assinatura do contrato interadministrativo de transferência do Museu da Guarda para a Câmara Municipal, celebrado entre a autarquia e a DRCC, o autarca anunciou que no plano de investimentos da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela, submetido ao programa Portugal 2020, estava incluída uma verba de 400 mil euros “para se comprar um órgão [de tubos] para a Sé da Guarda”, no seguimento de um desejo já antigo da Diocese.
Recorde-se que a Sé da cidade mais alta do país é um templo de estilo gótico, todo em granito, que levou cerca de 150 anos a construir (finais de século XIV até meados do século XVI).

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