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Prisão da Guarda acompanha média nacional de lotação

A auto-avaliação que a Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) fez da actividade que desenvolveu em 2017 dá conta da tendência de diminuição de reclusos a nível nacional mas, ainda há problemas de sobrelotação em muitas prisões. Na Guarda, por exemplo, a sobrelotação do Estabelecimento Prisional é de 120%, tal como em muitas outras a nível nacional.

A lotação no sistema prisional português está nos 99,4%, mas muitas estão sobrelotas e acima dos 100%.
A auto-avaliação que a DGRSP fez da actividade que desenvolveu em 2017 dá conta da tendência. No final de 2017, havia 13.303 pessoas presas, o que equivale a uma taxa de ocupação de 104,8%. Um ano antes, havia mais 776.
No inicio do ano, quando o Conselho da Europa alertou Portugal para a sobrelotação das cadeias nacionais, a ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, anunciou o fim da sobrelotação. No entanto, o relatório da DGRSP mostra que isso não se aplicava em muitas prisões. Aveiro, Beja, Caldas da Rainha, Elvas, Faro, Guarda, Guimarães, Lamego, Leiria, Montijo, Silves, Torres Novas, Viana do Castelo, Vila Real, Caxias, Coimbra, Paços de Ferreira, Porto, Santa Cruz do Bispo Feminino, Setúbal continuavam, no fim de 2017, com sobrelotação acima dos 120%.

 

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