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País tem de aproveitar “todo o potencial” do território, diz ministro -ajdunto e da Economia

Pedro Siza Vieira disse esta quinta-feira que o país tem de aproveitar “todo o potencial” do território para prosseguir com a trajetória de crescimento económico verificado nos últimos anos. O ministro -adjunto e da Economia falava hoje, na Guarda, na cerimónia de assinatura de um protocolo de cooperação entre o Instituto dos Registos e do Notariado e a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas para instalação do Arquivo de Registo Automóvel de Lisboa na cidade.

“Quando o programa do Governo lançou a ideia de construir um país que cresça do ponto de vista económico, mas que o faça com coesão social e com coesão territorial, é com a convicção de que está ao nosso alcance construirmos um futuro mais próspero para o país, pormos a economia a crescer e assegurarmos que continuamos numa senda de convergência com a Europa”, disse hoje o governante, na Guarda. Pedro Siza Vieira, que falava na cerimónia de assinatura de um protocolo de cooperação entre o Instituto dos Registos e do Notariado e a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas para instalação do Arquivo de Registo Automóvel de Lisboa naquela cidade, referiu que Portugal é o país que, pelo terceiro ano consecutivo, está “a crescer mais do que a União Europeia”.
“Mas não faz sentido esse movimento sem o fazermos com a partilha por todos os nossos concidadãos dos benefícios desse crescimento: redução das desigualdades e coesão territorial. Mas há uma convicção mais funda que temos todos. É que, na verdade, não é possível assegurarmos estes níveis de crescimento se não aproveitarmos todo o potencial do nosso território, todo o potencial das nossas gentes”, defendeu.
Segundo o ministro, o modelo de crescimento económico que causou o desequilíbrio de desenvolvimento e demográfico dentro do país, trouxe, seguramente, muito progresso, mas levou o país “só até um certo ponto”.
“Continuar a crescer sustentadamente, a partir daqui, implica valorizar todo o nosso território, aproveitar todo o potencial do nosso território”, vaticina.
Na sua opinião, “atrair investimento, que crie emprego, que fixe pessoas, que atraia pessoas para o interior do país, é uma componente essencial desse movimento de crescimento”. “Mas também assegurar serviços públicos de qualidade a todos os nossos concidadãos é uma condição de coesão territorial, de redução das desigualdades. E a administração pública e as políticas públicas têm um papel essencial a desempenhar nesse plano”, rematou.

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