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Município da Guarda aprova localização do futuro Centro de Exposições Transfronteiriço

A Câmara Municipal da Guarda aprovou esta sexta-feira, por unanimidade, a localização do futuro Centro de Exposições Transfronteiriço (CET) no espaço de uma antiga fábrica, na zona do Rio Diz.

A escolha da autarquia foi para a proposta de construção do CET no espaço da antiga fábrica Tavares, na zona do Rio Diz, que representa um investimento de nove milhões de euros, e deverá estar concluída nunca “em menos de dois anos”, segundo avançou Álvaro Amaro. Na proposta apresentada pela autarquia da Guarda, refere-se que a sugestão relacionada com a antiga fábrica Tavares apresenta “o custo global de construção mais baixo, no valor de nove milhões de euros, relativamente a todas as restantes localizações analisadas”.
Segundo o presidente da autarquia a escolha da localização do pavilhão multiusos resultou de um processo de consulta que considera o “mais participado de que há memória” localmente. No final da reunião quinzenal do executivo, o autarca referiu que foram propostos dez locais, sendo sete apresentados por uma empresa que elaborou um estudo e três por munícipes.
Álvaro Amaro considera que, com a construção do CET, será criada “uma nova centralidade na Guarda”, que deverá implicar a abertura de novos acessos rodoviários ao local.
Para o edil, a localização escolhida “é o local ideal, com todas as potencialidades para o nascimento de uma nova centralidade na Guarda, charneira de ligação entre a cota baixa e a cota alta da cidade, potenciador da dinamização e regeneração do tecido urbano envolvente, nomeadamente a redefinição paisagística da zona envolvente, implementando uma continuidade e interligação com o atual parque da cidade [Parque Urbano do Rio Diz]”.
O espaço escolhido fazia parte das propostas de localização daquela infraestrutura apresentadas pelo estudo encomendado pela Câmara a um gabinete do Porto, que referenciou o Parque Urbano do Rio Diz, o Estádio Municipal, o espaço da feira quinzenal, a área da antiga fábrica Tavares, junto da rotunda Portas da Cidade, na antiga fábrica Delphi e na Quinta da Maunça.
A escolha do Município mereceu voto favorável dos vereadores do PS por considerarem que a localização “é boa”. “Trata-se de rentabilizar um terreno que já é do município”, disse Eduardo Brito, acrescentando que a Guarda tem necessidade de uma nave de exposições/pavilhão multiusos.

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