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Guarda é candidata a Capital Europeia da Cultura em 2027

Seis cidades da região Centro encontram-se a preparar as suas candidaturas a Capital Europeia da Cultura, em 2027. A corrida começou cedo para Leiria, Guarda e Viseu, juntando-se agora Aveiro, Coimbra, e, ainda, a candidatura conjunta da região Oeste (que integra os municípios de Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Óbidos, Nazaré, Peniche, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras).
No contexto nacional, perfilam-se ainda outras cidades como Faro, Évora, Oeiras, Braga, Viana do Castelo e Cascais.

Desde a criação daquele que é o maior evento cultural da Europa pela Comissão Europeia, em 1985, o país já teve cidades que foram verdadeiros ícones de cultura – em 1994 (Lisboa), 2001 (Porto) e 2012 (Guimarães). Em 2027, serão Capitais Europeias da Cultura uma cidade na Letónia e uma cidade em Portugal. As escolhidas serão conhecidas em 2023.

A Rede ON contactou os municípios candidatos da região Centro em abril deste ano, e divulga agora as informações disponibilizadas e o ponto de situação dos processos. O Município da Guarda foi um dos que respondeu.

A Comissão Executiva da Candidatura da Guarda Capital Europeia da Cultura 2027 foi apresentada a 12 de março de 2018, na Sala Tempo e Poesia da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço. O Município da Guarda convidou sete personalidades (ver notas biográficas abaixo) com fortes ligações à Cultura para integrar este grupo de trabalho, a saber: José Amaral Lopes (coordenador executivo da Comissão; Ex-Secretário de Estado da Cultura, Conselheiro na área da Cultura da União Europeia); Fernando Carmino Marques (representante do Instituto Politécnico da Guarda; professor); André Barata Nascimento (representante da Universidade da Beira Interior; professor); Efrem Yildiz Sadak (representante da Universidade de Salamanca; Vice-reitor); Rui Jacinto (representante da Universidade de Coimbra, professor); João Mendes Rosa (representante da Câmara Municipal da Guarda, Diretor do Museu); e Victor Afonso (representante da Câmara Municipal da Guarda, Programador e Coordenador do TMG).

A comissão é supervisionada por uma Estrutura de Missão composta pelo presidente da Câmara da Guarda, Álvaro Amaro, pelo vereador da Cultura, Vítor Amaral, e pelo coordenador executivo da Comissão, José Amaral Lopes, que tem por objetivo elaborar e apresentar uma proposta de programa de candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura 2027. A Comissão apresentada tem por incumbência elaborar um relatório detalhado com o levantamento de todas as informações úteis para o desenvolvimento da estratégia de candidatura.

A Câmara da Guarda considera que esta iniciativa europeia deve ser encarada como uma oportunidade para atrair investimento e afetar recursos necessários à construção e melhoria das infraestruturas, para a regeneração urbana, para aumentar a oferta e a fruição cultural da região, para o estabelecimento de parcerias nos domínios da investigação e da inovação, para a atração de investimento empresarial, promoção internacional e atração turística.
A Guarda tem-se destacado no panorama nacional pelo esforço realizado em prol da cultura nas suas formas multifacetadas, assumindo um papel preponderante enquanto cidade que provoca a crítica e a originalidade.
Neste contexto, a Câmara Municipal da Guarda, considera que a candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura é uma oportunidade que deve ser assumida como um objetivo que deve ser prosseguido por todos e, com esse propósito, considera necessário e adequado criar as condições para a apresentação de uma candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura em 2027 que venha a ser bem-sucedida.

Para além dos objetivos originais das Capitais Europeias da Cultura que consistem em valorizar a riqueza e diversidade das culturas europeias e as características que estas culturas partilham, bem como em promover uma maior compreensão mútua entre os cidadãos europeus. A experiência e os resultados alcançados por algumas capitais têm revelado que estas iniciativas têm um efeito alavanca do desenvolvimento local, designadamente, nos sectores da educação, investigação, atração e desenvolvimento de projetos e iniciativas empresariais, fixação de população, defesa e preservação do ambiente, com benefícios sociais e económicos significativos.

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