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Governo considera Plano de Adaptação às Alterações Climáticas das Beiras e Serra da Estrela fundamental

O secretário de Estado do Ambiente, João Ataíde, considera que o Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas (PIAAC) da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIM-BSE) é “fundamental” para o território.

 

Elaborado pela Comunidade Intermunicipal no âmbito de uma candidatura ao POSEUR – Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, o PIAAC foi apresentado esta segunda-feira, 17 de junho, e visa capacitar o território para responder “de forma célere” aos impactos das alterações.
“A ferramenta que hoje estamos a apresentar, o PIAAC, que completa e junta planos municipais e que, por sua vez, têm como orientação o plano nacional, é fundamental para o planeamento e ação de cada decisão, de cada investimento no território”, afirmou o governante sobre o plano que a CIM-BSE apresentou esta segunda-feira na Guarda,  e que visa capacitar o território para responder “de forma célere” aos impactos das alterações. João Ataíde considera, por isso, que o novo plano deve “fazer parte dos instrumentos de gestão territorial, como são os Planos Diretores Municipais”.
O secretário de Estado do Ambiente falava, na Guarda, no encerramento da sessão de apresentação do PIAAC, realizada pela CIM-BSE, no auditório dos Serviços Centrais do Instituto Politécnico local.
“Este é o tempo de colocar no terreno ações concretas de resposta às alterações climáticas, construídas numa lógica preventiva, e não de mera resposta à emergência”, acrescentou. Na opinião de João Ataíde, este “é também o tempo de fomentar o envolvimento das várias partes com intervenção no território” e de apostar na educação e sensibilização ambiental para as alterações climáticas.
O governante congratulou-se ainda com o referido plano da CIM-BSE, que considerou “um verdadeiro roteiro estratégico para facilitar a adaptação das regiões das Beiras e da Serra da Estrela aos riscos climáticos, que inclui ações de educação e sensibilização ambiental, mas também de monitorização, avaliação e vigilância das infraestruturas verdes, da gestão sustentável da floresta, dos recursos fluviais e das espécies agrícolas”. A finalizar, o secretário de Estado do Ambiente disse que “a necessidade de adaptação às alterações climáticas tem de ser realizada não só a nível local, como também regional, de forma a garantir a coerência de ação entre municípios vizinhos”.
“Apresentado o plano, interessa agora pô-lo em prática e enriquecê-lo, obviamente, com o envolvimento dos atores da região, de toda a sociedade civil, contando com cada uma das pessoas que aqui reside, trabalha e usufrui da região”, concluiu.
Segundo o presidente da Comunidade Intermunicipal, Carlos Filipe Camelo, o plano apresenta um conjunto de opções que permitem aos municípios abrangidos “responder de forma célere aos impactos das alterações climáticas”.

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