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Álvaro Amaro diz que é “absolutamente compatível” ser eurodeputado e arguido

O social-democrata disse que iniciava funções no Parlamento Europeu “em consciência” e com um sentimento de “grande honra”. Também reiterou a sua total disponibilidade para colaborar com a justiça portuguesa “do primeiro até ao último segundo”.

Álvaro Amaro, arguido na operação Rota Final, disse esta quarta-feira em Estrasburgo: “Estive e estarei até ao último segundo disponível para prestar todos os esclarecimentos perante a justiça portuguesa”, assegurou.
Antigo presidente da Câmara da Guarda e eleito deputado ao Parlamento Europeu na lista do PSD nas eleições de 26 de maio, Álvaro Amaro teve de pagar 40 mil euros para continuar em liberdade. O ex-autarca foi ouvido na segunda-feira no âmbito da operação Rota Final, que conta com cinco arguidos.
A Polícia Judiciária suspeita de uma eventual rede de favores concertada entre quadros da Transdev e antigos autarcas, que interviriam como influenciadores de decisões contratuais com a operadora rodoviária, detentora de posição dominante no serviço de transportes escolares no centro e norte do país. De acordo com a investigação, iniciada em 2017 e intensificada no último ano e meio, em causa estará o favorecimento na celebração de contratos públicos de serviços de transporte coletivo de passageiros e escolares à margem das regras de concorrência, bem como a atribuição de compensação financeira indevida, lesiva para o erário público.

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