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“A PJAFerreira /ConCeBe sentiu necessidade de alargar a sua área de atuação”, Paulo Ferreira

Paulo Ferreira, é proprietário do Grupo PJAFerreira / ConCeBe, uma empresa ligada ao ramo imobiliário e construção civil, que atua nos mercados de Fornos de Algodres, Penalva do Castelo, Mangualde e, muito em breve, também em Viseu. Estivemos à conversa com este empresário da região que nos afirma que a sua empresa está “empenhada em continuar a crescer em Fornos de Algodres e na procura constante de soluções e serviços que melhor respondam às necessidades de todos os fornenses”. Paralelamente, Paulo Ferreira dedica-se à comercialização online de vinhos através da VinhosStore e, até final deste ano, terá no “mercado vinhos de produção própria”.

Que empresa é PJAFerreira/ ConCeBe e quando foi constituída?
A PJAFerreira foi fundada há cerca de 10 anos, tem sede em Penalva do Castelo, e gabinetes técnicos nos concelhos de Penalva do Castelo, Mangualde, Fornos de Algodres e, proximamente, em Viseu. Presta serviços em diferentes áreas da atividade, designadamente serviços de Arquitetura, de Engenharia Civil, Topografia, Construção civil, mediação Imobiliária e gestão de condomínios. Entretanto, já em 2018, fundamos a ConCeBe.

 Qual a missão das suas empresas e o que vos distingue das restantes?
A principal missão é responder aos desafios que lhe são colocados diariamente pelos seus clientes/parceiros, procurando encontrar e criar sempre as melhores soluções. Paralelamente, a PJAFerreira / ConCeBe pretendem crescer de forma segura e sustentada, baseando sempre a sua atuação no profissionalismo, no rigor, na responsabilidade, na seriedade e na qualidade do seu trabalho. Não tenho dúvida que são estas as caraterísticas que melhor nos distinguem. Os nossos clientes, enquanto parceiros, serão sempre o centro da nossas atenção e das nossas preocupações, pelo que procuramos estabelecer uma relação de confiança, seriedade e amizade com todos.

São uma empresa do ramo imobiliário mas dedicam-se também à construção?
Com o decorrer do tempo, fruto das necessidades que foram sendo diagnosticas junto dos clientes e em resultado das flutuações de mercado, a PJAFerreira /ConCeBe sentiu necessidade de alargar a sua área de atuação, direcionando-se em particular para o ramo imobiliário e, mais recentemente, para a construção de obras públicas e particulares.

 São essas as razões que justificam a criação de novos Gabinetes pela empresa?
Exatamente. Tencionamos estar o mais próximo possível dos clientes porque só assim conseguimos prestar um serviço mais competente e profissional, pelo que fomos expandindo os nossos serviços para alguns concelhos vizinhos, nos quais já tínhamos uma base de clientes que nos procuravam regularmente. Trata-se de um grande investimento a médio e longo prazo, mas que se insere na estratégia de crescimento sustentado e se relaciona com as nossas missões e preocupações.

A nível do imobiliário, que tipo de serviços prestam? Tratam de toda a burocracia até á escritura?
Sim, a PJAFerreira é uma imobiliária que oferece uma solução integrada de serviços. Em termos de promoção dos bens imobiliários, cruzamos a divulgação analógica (baseada no contacto direto) com as últimas tecnologias de divulgação digital, as quais, especialmente através do nosso site, possibilita que todos os interessados possam visitar o mais comodamente possível os imóveis que mediamos. Disponibilizámos uma carteira alargada de soluções imobiliárias, desde casas e apartamentos a uma grande diversidade de moradias, lojas comerciais, terrenos, tanto para arrendamento como para venda. Em qualquer das situações, e respondendo diretamente à sua questão, a nossa imobiliária trata de toda a burocracia até à data da escritura.

 Segundo as estimativas da Federação da Indústria da Construção e Obras Públicas, 2018 seria um ano em que o sector da construção continuaria a recuperar da crise, prevendo-se um crescimento de 4,5% no total de produção. Nota que, de facto, que tem existido um crescimento no setor ou no Interior esse crescimento não se reflecte?
A crise que iniciou em finais do ano 2008 trouxe muitas dificuldades a quem desenvolve a sua atividade profissional em áreas relacionadas com a construção civil e com as obras públicas. Verificou-se uma grande quebra de investimento, o que provocou muitas dificuldades no setor. Também a PJAFerreira sentiu dificuldade porém, o setor da construção começou uma “trajetória positiva”, sendo que este ano era apontado como mais um ano que seguiria essa trajetória a nível nacional.
Esta região do Interior reflete um crescimento mais moderado, muito baseado no segmento da (re)construção de edifícios residenciais. Os grandes problemas do Interior, que nos afetam diretamente, relacionam-se com a grande dificuldade de fixar população, daí ser importante o poder central encontrar medidas de descriminação positivas e que permitam atrair mais população e, por conseguinte, estimulem a atividade económica, de que nós dependemos diretamente.

 Prestam também serviços da área da administração e gestão de condomínios. Quais são as grandes vantagens de entregar o condomínio a uma empresa especializada?
A empresa atua também na área de administração e gestão de condomínios, áreas em que procuramos oferecer serviços de alta qualidade e ao melhor preço. Neste âmbito, oferecemos um conjunto de serviços dos quais se destacam a constituição, a manutenção, a gestão e a administração de condomínios.
A entrega de condomínios a uma empresa especializada permite, sem qualquer dúvida, uma grande diminuição das preocupações dos proprietários relacionadas com a gestão e manutenção de espaços comuns, mas também a minimização ou eliminação de conflitos entre partes.

Como classifica o mercado em Fornos de Algodres?
O mercado de Fornos de Algodres partilha de caraterísticas semelhantes às restantes zonas em que intervimos. Naturalmente, porque se trata de um concelho com menor população que os restantes onde nos encontramos, também o nosso volume de trabalho aqui é inferior. Em todo o caso, trata-se de um mercado que tem as suas dinâmicas próprias, cabendo-nos a nós adaptarmo-nos a esta especificidade. É objetivo da PJAFerreira de Fornos de Algodres continuar empenhada em crescer em Fornos de Algodres e na procura constante de soluções e serviços que melhor respondam às necessidades de todos os fornenses.

Paralelamente dedica-se à comercialização de vinhos on-line, só on-line?
Exatamente, a comercialização de vinhos é uma área de negócio recente. Neste momento, a comercialização passa exclusivamente pela plataforma online.

O que é a VinhosStore? Está no mercado há quanto tempo?
A VinhosStore é um conceito de promoção de vinhos e uma loja de venda online. Foi criada em 2017 e disponibiliza uma grande diversidade de bons vinhos, bem como alguns produtos típicos das regiões onde estamos estabelecidos.

Que tipo de vinhos comercializa?
A VinhosStore comercializa principalmente vinhos nacionais, nomeadamente vinho tinto, vinho branco, vinho rosé, espumantes, entre outros. Seleccionamos os vinhos desde os mais reconhecidos, tradicionais e requintados, assim como o de pequenos e inovadores vinicultores que produzem um número limitado de garrafas, mas com um vinho de grande qualidade. O nosso grande enfoque é disponibilizar vinhos de grande qualidade, aliada ao melhor preço. Prevemos, até final do ano de 2018, lançar no mercado vinhos de produção própria.

Considera que o vinho nacional, neste caso o da Região Demarcada do Dão, tem o respeito que realmente merece? É devidamente reconhecido?
Penso que o vinho nacional tem dado passos muito seguros na sua afirmação internacional. Basta analisar os resultados que os vinhos das diversas regiões vitivinícolas do país obtêm em grandes concursos de vinhos internacionais. Relativamente à Região Demarcada do Dão, tem-se verificado um grande aumento da sua notoriedade enquanto região produtora de vinhos de grande qualidade. Basta ver, mesmo já em 2018, a quantidade de vinhos, tintos, brancos, rosés, espumantes, que têm sido distinguidos por Júris Internacionais e obtido inúmeras condecorações. No entanto, penso que o reconhecimento advém, essencialmente, do consumidor final, da sua preferência por vinhos do Dão, e isso também depende da estratégia de marketing que suporta esta vasta região. Talvez aqui haja ainda muito a fazer, porque a qualidade dos nossos vinhos é inquestionável.

 

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